HÁ ANOS LUZ DO CONSUMIDOR por Pedro Scaramuzza l Africa
Um dia depois da morte de Arthur C. Clarke (19/03/08), autor do livro que inspirou Kubrick no revolucionário “2001, uma odisséia no espaço”, vi esse filme “espacial”, inspirado em outro livro “Pale blue dot” de Carls Sagan.
Bacana, tem 6 minutos que nos levam a várias reflexões pessoais, profissionais e etc.
Mas ao meu ver, o ponto mais interessante é construído até o minuto 2.
Fala sobre a visão macro, generalista, que se sobrepõe à existência individual.
Ok, mas o que isso tem a ver com o nosso dia a dia?
Análise e definição de target: Classe A/B, classe C, jovens, 35-45 anos, crianças, investidores, pessoas do interior... e muitas vezes paramos por aí.
Por diversas razões (e cada um tem a sua: pressa, excesso de outras infos, dificuldade de ir à campo...) acaba não existindo aproximação suficiente, sociológica, antropológica, que permita entender os desdobramentos de cada público, as peculiaridades, os grupos de comportamentos diferentes dento do target definido... O que nos leva a conclusões óbvias, rasas.
Será que nesse momento de marcas envolventes, branding, experiential marketing, nossos ‘públicos-alvo’ não merecem uma atenção mais especial, mais próxima? Pq lá do espaço, é impossível compreender a importância de cada um.