INTERESSANTE

WOLFFOLINS, BOM E DIRETO AO PONTO. por Laura Chiavone l Limonade

Esses dias estava fazendo uma pesquisa na internet quando me deparo com um site que, não por acaso, a Luanda Barros, que trabalha comigo na Limo havia me passado. O site é da Wolff Olins, uma empresa inglesa de branding, que mantém escritórios em Londres e NYC. Surpreendente é que a Wolff Olins tem 43 anos de vida e, aqui entre nós, mais atualizada e jovem que muitos que vejo por aí. A lista de clientes deixa isso mais que evidente: Adidas, Apple, London 2012, New York City, Orange, Pepsico, Sony, Starbucks, Tate, Tesco e por aí vai. Bom encontrar fontes inspiradoras e desafiadoras.

Abaixo, o trecho inicial do texto da home:

"Brand Next: novos consumidores, consumidores com novos pensamentos, querem que as marcas ajam, vejam e sintam diferente. As marcas do futuro não procuram enfeitar as suas ferramentas de marketing, mas buscam plataformas efetivas de ações. Elas ajudam mais pessoas a fazerem mais e melhor. Pensamos que as marcas precisam ser menos controladoras e mais generosas."

Marca=Plataforma.

Marca=Link

Marca=Tema

Leia o texto na íntegra em www.wolffolins.com. Ele ainda aborda benchmarks e marcas que buscam encontrar novos caminhos e diferenciação, citando entre outras, a Oi. Há tempos eu não concordava 100% com algum texto. Confesso que me surpreendi positivamente com as palavras utilizadas para definir os novos caminhos e novos desafios das marcas que querem ter estratégias eficientes e sustentáveis. Às vezes uma coisa é tão óbvia pra gente que fica quase impossível explicar, difícil encontrar as palavras. De uma maneira inteligível, a argumentação sustenta que as necessidades das marcas partem de mudanças de comportamento dos consumidores - que foram detectadas como tendências há anos - mas que somente agora começam a impactar as marcas imóveis e inertes. Acho que a grande história é que até agora, essas marcas simplesmente observaram o sucesso das marcas inovadoras como aquelas que usavam estratégias diferentes para buscar espaço. Porém, neste momento, os próprios consumidores de massa estão buscando fazer diferentes escolhas e alterando os seus critérios de avaliação de marcas. Critérios esses que passam não somente pelo emocional, mas sobretudo pelo racional, pelo que é tangível e entregue a ele. Uhm, interessante. E bom.



Escrito por BLOGdoPLANNER às 22h01
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ASSISTI (com errata)


O QUE JUNO TEM A VER COM A GENTE? (com errata)   por Utymo Oliveira   l  Giovanni Draft+FCB


Estou maravilhado com o filme Juno e uma grande professora, mestra, amiga, colega de trabalho, linda, inteligente e ácida mulher comentou de levantarmos um blog de Planejamento.

- Eita Saravá meu Pai Mi Zi Fio! Vambora!

Pra não perder o pique com o filme Juno e o Cinema, em reta final de Oscar, pensei em escrever algo sobre Planejamento e a Sétima Arte. E já havia pensado...
Seria o Roteiro o Planejamento?
Seria o Roteirista o Planejador?

Acalmem-se Criativos que batem no peito e gritam "O Roteirista é o Redator!"
Se pensarmos que a Criação é a "execução" e o Planejamento concebe o "roteiro", o "insight", a "linha estratégica". Poderíamos pensar que o Roteiro do filme ainda é algo escrito, sem brilho e o Diretor do filme coloca de pé este "roteiro" "executa" e "brilha" assim como "brilha" a Criação Publicitária.

Mas (sempre tem um mas)...


Nos últimos anos tenho notado (e a imprensa também) um certo destaques para alguns roteiristas; como o bom e velho Charlie Kaufman (bela correção de Gustavo) (como diria um também amigo e mestre "o mundo é uma tampinha mesmo") Eis que! Juno o filme em "questã" tem como produtor John Malkovich! (adorei quando li o nome dele no começo do filme - reparem) E Charlie Kaufman (reparem como os filmes de Charlie foram alardeados como “mais um filme de Charlie!”) foi roteirista de Quero ser John Malkovich! Bom... digressões e tampinhas a parte;

O ponto é: Juno também tem o (a) roteirista como destaque!

Essa "tendência" (odeio essa palavra) tá tomando corpo na Gringolândia.

Roteiristas destacando-se tão ou mais que Diretores. (este na verdade é o ponto)

E na Publicidade? Será que isso vem rolando? A relevância também do "escrito" do que "está por trás" do que "foi feito antes da execução" não vem ganhando a mesma ou maior força?
E será que se ambos têm a mesma ou alternam forças e importâncias isto não é saudável?
É hora de competição ou união? (alguns andam unindo)
E agora pra provocar mesmo... E a greve dos Roteiristas em Hollywood?
Aponta pra algum futuro na Publicidade? Eu não sei.
Só pretendia escrever um textículo sobre Cinema (Juno) e Planejamento...Pra pensar...
Site "inspirado" sobre a greve - será que poderíamos fazer um "whyweplan" :)
whywewriteseries.wordpress.com
Blogs da roteirista de Juno (Diablo Cody)
diablocody.blogspot.com - blogs.citypages.com/dcody - www.myspace.com/diablocody
PS (sempre tem um PS) É bom repararmos que os melhores roteiros e roteiristas são criativos e simples - pungentes...mas isso é outro post...



Escrito por BLOGdoPLANNER às 21h32
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