O PLANNER PERGUNTA

ATÉ ONDE OS PLANNERS CONSEGUEM CONSTRUIR UMA MARCA?
por Monica Herzer l Giovanni, FCB
Passar o feriado de aniversário de SP em casa pode ter suas vantagens. Você fica procurando o que fazer e acaba esbarrando em coisas interessantes.
Foi o que aconteceu comigo: zapeando pela TV comecei a assistir um filme, daqueles com cara de sessão da tarde… só que o filme contava a história do Steve Jobs e do Bill Gates e, lógico, de como surgiram a Apple e a Microsoft.
(Pirates of Silicon Valley - 1999)
Fica fácil de entender, no fim da história, porque algumas marcas viram objetos de desejo e referência e outras viram business. Não quero tirar o mérito de planners e especialistas em construção de marca mas, fica a pergunta: até onde podemos construir o DNA de uma marca? Uma marca que, antes de nascer, já tem uma essência tão definida, geralmente plantada pelo seu criador (como é o caso de Steve Jobs)? Aí, quando você assiste ao lançamento do Iphone, percebe que a mesma essência ainda está lá, com a mesma intensidade e completamente fiel aos seus princípios.
Será que seria possível transformar a Microsoft e seus produtos em objetos tão desejados quanto os da Apple?
No mesmo feriado, assisti também a um documentário sobre a Coca-cola (aquele que saiu nas bancas, pela Super Interessante) e me deparei com uma situação muito parecida: o fulano (esqueci o nome!!) que comprou a fórmula da Coca-Cola (quando ainda era vendida como remédio) era missionário de uma igreja e usou dos mesmos princípios para divulgar o seu produto!! Que hoje é adorado e consumido no mundo todo. Ele conseguiu, no final de 1.800, divulgar o seu produto através de um buzz, com seus “missionários” viajando pelos EUA e divulgando a Coca-Cola.
Nada de novidade falar de Apple e Coca-Cola, mas vale pensar e discutir sobre o assunto.
Escrito por BLOGdoPLANNER às 14h08
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|